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A produção e venda do
Santana no Japão teve início em fevereiro de 1984, em um acordo entre a
Volkswagen e a Nissan. O modelo utilizava peças da linha VW/Audi,
inclusive os motores; as peças que não eram importadas, eram fabricadas no
Japão - mas seguindo a planta alemã. |
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Inicialmente, o modelo
estava disponível com motores 1.6 Turbo Diesel de 70 cv (Modelos GT e LT),
1.8 de 4 cilindros de 90 cv (Modelos Gi e Li) e 2.0 de 5 cilindros de 115
cavalos (Modelos Gi5 e XI5). No ínicio de 1987, o motor Turbo Diesel foi
aposentado, e o 2.0 de 5 cilindros passava a ter 140 cv, quando passou a
ser reconhecido como "Santana 2000 DOHC". Havia também a opção da Quantum,
que era chamada de Santana Wagon. |
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A produção do Santana
japonês foi encerrada em 1987. Uma das grandes diferenças do Santana
japonês era a posição do volante, que como os demais carros naquele país,
ficava do lado direito, além dos limpadores de pára-brisa invertidos. |
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