Santana e Quantum GLS 2000



 

Com um novo motor e em conjunto com um câmbio muito bem escalonado - mais leve, rápido e preciso, mesmo em altas rotações - o Santana ganhou músculos, destacando-se pelas suas fortes acelerações e retomadas.

A direção hidráulica progressiva (confortavelmente leve) era de série, e somente reduzia a assistência conforme o ganho de velocidade, transmitindo segurança. Um carro muito equilibrado em curvas, mostrando uma ótima estabilidade, sempre no chão. A Volkswagen ainda insistia nos discos de freio inteiriços, que perdiam eficiência quando muito requisitados.

O grande requinte estava no conforto: com bancos completamente agradáveis, o do motorista possuía regulagem de altura do assento, mas esse item era opcional. O painel utilizava medidores de temperatura e combustível embutidos no mesmo relógio do conta-giros, causando um pouco de confusão quanto à leitura. Havia também um vacuômetro, que entrava em ação em 5ª marcha, auxiliando o motorista a atingir o melhor consumo, em conjunto a uma luz que acendia no ponto certo da troca de marchas.
 

De série, vinha com rádio toca-fitas equipado com scanner, que procurava as rádios automaticamente e tinha capacidade para memorizar até cinco emissoras; na parte traseira, fácil acesso pelas portas traseiras (opcionais), segurança com o cinto de três pontos e conforto com o descansa braço central e luzes de leitura.

Era equipado de fábrica com vidros e retrovisores elétricos, travas automáticas. Seus opcionais eram o ar-condicionado, bancos Recaro, teto-solar feito em chapa e com abertura maior e regulagem de altura do banco do motorista, além do câmbio automático de três marchas.

Foi fabricado nas cores: branco, vermelho, preto, mais as metálicas prata, preta, bege e marrom, mais dois tons de cinza, dois de verde e três de azul.

 

 

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