O Volkswagen Santana e seus derivados em algumas palavras que traduzem o espírito de um carro feito para durar e atravessar gerações.

 

 

José Luiz Vieira – Revista Motor 3 – Setembro de 1981 (teste na Alemanha)

 

 
 
José Luiz Vieira - Revista Motor 3 - Junho de 1984

 



Douglas Mendonça - Revista Quatro Rodas - Dezembro de 1986

 


Luiz Bartolomais Jr. - Revista Quatro Rodas - Setembro de 1987

 

“Sou mais o Santana que, aliás, é o carro que tenho para meu uso, aqui no Brasil. Além de mais confortável tem uma mecânica que me agrada, não é nenhum BMW, é claro, mas gosto do desempenho do motor, e a suspensão também é muito boa. Não posso negar: é um carro que me da prazer de dirigir. Além disso, o carro é constantemente usado para levar meus filhos à escola, e eu me sinto seguro que isso seja feito em um Santana".

Emerson Fitipaldi - Revista Quatro Rodas - Janeiro de 1989

 


Revista Quatro Rodas - Maio de 1989

 


Jorge de Souza - Revista Quatro Rodas - Outubro de 1990

 


Luiz Roberto Clauset - Revista Quatro Rodas -Julho de 1991

 


Eduardo Pincigher - Revista Quatro Rodas - Março de 1992

 

“Quando chegar a aposentadoria do Santana ele passará à história com um currículo respeitável. Certamente deixará saudade, por ter sido o primeiro carro nacional de grande produção a reunir características de cruiser, gran routiére, vocábulos em inglês e em francês que definem um carro como próprio para viagem horas a fio em alta velocidade, com conforto e segurança para motorista e passageiros.”

Fabrício Samahá - Best Cars Web Site - 2001


 

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