O que é ter um Santana?

Texto de Rogerio Hayama
Imagens:
divulgação
Data:
1º de março de 2004

... é valorizar ao extremo a relação custo-benefício;

... é curtir a sua dirigibilidade dócil e suave;

... é curtir a abundância de torque do seu valente motor AP;

... é tirar sarro do seu colega que possui um carro popular pelado e vivia dizendo à você que Santana é carro de velho, principalmente quando ele comenta o custo de manutenção e a falta de conforto do “milzinho” dele;

... é abominar todo e qualquer carro 1000. Depois de se acostumar com o Santana, nunca mais andará num popular;

... é perdoar o descolamento dos forros do teto e das portas, além do afundamento das teclas do painel;


... é se surpreender com a sua robustez mecânica e com o custo baixo de manutenção;

... é se acostumar com àquela aspereza do motor depois das 4500 rpm;

... é valorizar um automóvel grande, espaçoso e de motor potente pelo mesmo preço de muitos populares equipados;

... é se revoltar quando alguns jornalistas “especializados” volta e meia decretam antecipadamente a morte do Santana;

... é não dar a mínima para os que acham que o Santana é um carro ultrapassado e de taxista;

... é ficar feliz da vida com o luxo honesto: Ar-condicionado, direção hidráulica e trio elétrico;

... é surpreender e deixar nervosos muitos donos de carros “moderninhos” na estrada com o seu bom desempenho;

... é se apaixonar pelo ruído característico do “chorinho” proveniente da bomba da direção hidráulica.

Para terminar, ter um Santana é muito mais do que um prazer... É um sonho de criança realizado. Desde o seu lançamento, em 1984 (tinha 9 anos), eu já o admirava e pedia para meu pai me levar numa concessionária VW para ver o carro de perto. Ficava um tempão dentro do carro, observando cada detalhe. Hoje, com 28 anos e “Santaneiro” desde 1994, concluo que é o melhor carro que a VW já criou! Concordam???

 

 

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