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Visita
à linha de produção do Santana
Texto de Thyago Szoke
Imagens: Volkswagen do Brasil
Data: 19 de maio de 2006
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Volkswagen do Brasil – Via Anchieta, Km 23,5 – Bairro Demarchi – São Bernardo do Campo – SP. Assim começava nossa visita à planta de produção do Santana, no Brasil. Fomos o primeiro clube autorizado a conhecer a linha de montagem do nosso herói, que é dividida com os automóveis da linha BX (Gol, Parati e Saveiro).
Dia ensolarado,
pegamos nosso carro e seguimos rumo à fábrica, uma das maiores da América
Latina. Para quem não conhece, a Volkswagen é um complexo de unidades fabris
localizado às margens de uma das mais importantes rodovias paulistas, a via
Anchieta, em São Bernardo do Campo. Chegando lá, nos dirigimos ao Acesso C,
o da produção, onde seríamos recebidos pelas
Relações Públicas da
Volkswagen do Brasil. |
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Tivemos a oportunidade de conhecer boa parte da área da Volkswagen, Porém, por motivos de sigilo dos protótipos em desenvolvimento, foi vedado nosso acesso à pista de testes, alguns pátios internos e engenharia. Nosso tour durou pouco menos de 30 minutos, dentro de um veículo Fox, dada a imensidão da propriedade. Estacionamos e entramos na planta em que os carros chegam com a carroceria já pronta (montada, pintada, com carpete e forros do teto), faltando a montagem do interior, vidros, faróis, trem de força e outros itens. Subimos as escadas e saímos por uma porta defronte ambas as linhas de produção no local: a antiga e a nova. A antiga é a do nosso Santana, além do Gol, Parati e Saveiro; a nova engloba o Polo, Polo Sedan, Fox nacional e Fox Europa. A diferença entre ambas não está na quantidade de mão-de-obra, mas sim no trabalho e esforço necessários para a produção do carro: de um lado, marretadas; do outro, robôs fazem tudo, cabendo ao montador, a maior parte do tempo, apenas manobrar os robôs e apertar determinados parafusos. |
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Começamos a visita, óbvio, pela linha antiga; a do nosso saudoso Santana. Nada como uma linha de produção do passado: pouco mudou desde o lançamento do carro em 1984; funcionários organizados, uniformes limpos e chão brilhante são padrões seguidos pela fábrica desde o início, mas o processo é que nos chama a atenção, nem tanto automatizado quanto pensávamos. Primeira etapa A primeira etapa é
a estamparia. Ali, o carro toma forma, quando prensas definem os contornos
das peças que posteriormente serão soldadas entre si, formando um carro.
Esta etapa utiliza robôs, e o trabalho humano consiste, basicamente, em
operar as máquinas e conferir o resultado final. |
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Neste galpão, o veículo chega na linha de montagem através de uma via aérea. O primeiro passo é a instalação dos cintos de segurança, aparafusados nos pontos estruturais. Feito isto, o chicote principal é colocado, abrindo espaço para a fixação do painel e da chave de seta. |
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instalar os cintos de segurança, o carro estará
suspenso a cerca de 70 cm do chão, fazendo com que o funcionário se incline
apenas o necessário para aparafusá-lo no assoalho. |
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Agradecimentos a Eduardo Pincigher e Bruno Mancio, da Volkswagen do Brasil |
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